Ir para o conteúdo
café
preto
acordando
para a luta
ou

Rio dos Macacos

Confira as fotos da visita do Café Preto ao quilombo!

Tela cheia

O Jornal

28 de Agosto de 2015, 19:36 , por Rodrigo Souto - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

O Café Preto (forte e sem açúcar) é um jornal anarquista sediado na cidade de Salvador. De gosto forte e estimulante, abriga tanto as lutas populares urbanas como também a luta dos povos campesinos da Bahia. Trabalhamos num esforço contínuo para trazer às páginas do jornal as vozes das ruas, o cotidiano da trabalhadora ou trabalhador que sofre com o vandalismo do Estado, as produções de artistas das periferias, a luta das mulheres, a lida diária nas lavouras, na pesca, no extrativismo, a resistência quilombola, a luta por tecnologias livres...

Como qualquer outro jornal, temos um objetivo maior de existência. Acreditamos que um outro mundo é possível, um mundo diverso e repleto de solidariedade, de apoio-mútuo, autonomia, horizontalidade e liberdade. Para tanto, utilizamos em nosso “jeito de fazer” todos os fins que pretendemos alcançar. Funcionamos de forma autogestionária, sem hierarquias e extremamente organizada, onde todos exercem a democracia de forma direta, livre e solidária, desde a seleção das pautas, passando pela redação das matérias, a elaboração de fotografias e até a confecção de vídeos e a diagramação das versões impressa e online do jornal.

Buscamos utilizar uma linguagem popular e simples, contudo abordando temas de extrema complexidade e interesse para a população baiana, sem perder a profundidade necessária para instigar uma análise crítica dos fatos apresentados. Tentamos dar visibilidade às lutas ocultas que a grande mídia corporativa jamais terá interesse em noticiar. Priorizamos a distribuição nas ruas, nos meios populares, nas periferias urbanas, nas comunidades rurais, mas também não esquecemos o nosso público antenado no meio digital.

Sobrevivemos da economia colaborativa, onde cada participante, parceiro, amigo ou voluntário traz um punhado de café, desde que ele seja forte, quente e preferencialmente sem açúcar. Até quando sobreviveremos, não temos como saber. Mas seguimos acordando juntos com cada baiana ou baiano que compartilha com os princípios do mundo que carregamos em nossos corações.

Seja então bem vindo, sente-se, colabore e deguste um Café Preto. Temos muito o que ouvir!

 


Veja também a primeira matéria da coluna "A Saideira" que apresenta um pouco mais da colé desse cafezinho!